Negócios da China (que bom?) – COMUNICAÇÃO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO #023

Por Team All Press

Essa expressão “negócio da China” está muito datada. A gente costuma falar dela como se fosse uma negociação em que só um lado leva vantagem. Famoso trambique. Mas a verdade é que tem chinês com ideias bem inovadoras e ousadas.

Além dessas ideias, o post também vai trazer, provavelmente, o último tópico sobre Copa do Mundo, o primeiro de Repescagem, fora o tradicional resumo das redes/apps e de Conteúdo.

Tempo estimado de leitura: 6 minutos

 

1. Copa: Com enorme tristeza, a Copa acabou. Agora, é voltar para a triste realidade de um planeta sem mundial. Mas, como alento, as últimas ações criativas da Copa:

 

2. She Economy: Duas grandes empresas chinesas, a YY (uma espécie de Youtube controlada por um jornalista bilionário) e a Momo (app de mensagens) estão vendo seus lucros aumentarem por apostar em conteúdo para mulheres. Pra gente aqui no Brasil, ou melhor, no Ocidente, é complicado dizer que essa postura é inovadora ou criativa. Mas, pensando na China, onde ainda há MUITO machismo, é. Essas empresas estão, basicamente, apostando na entrada das mulheres no mercado de trabalho, que está sendo incentivada para continuar gerando mais lucros para o governo e ajudar na jornada até o domínio do mundo. “A chamada ‘she economy’ é um enorme mercado inexplorado e muitas vezes você verá que as mulheres são gastadoras ainda maiores quando se trata de cultura e entretenimento”, disse Li Ting, diretor de operações da YY. Inclusive, essas empresas antes conhecidas por objetificar mulheres estão vendo o jogo virar. Canais conhecidos por apresentar homens bonitos estão tendo grande audiência.

++ Eugênia, um bar que foca no protagonismo feminino. Espaço recebe exposições, shows e conversas com mulheres inspiradoras.

 

3. Redes e Apps:

 

4. Jornalismo: Dois textos para refletir sobre novos modelos. Judd Legum, editor-chefe do site jornalístico de esquerda ThinkProgress, quer consertar o Jornalismo com uma newsletter. Assim, evita os dois maiores problemas, que são anúncios e redes sociais. E, da Tech Crunch, Uma nova esperança: Inteligência artificial para mídia de notícias.

 

5. Conteúdo: Importante, para dizer o mínimo, ficar ligado no que acontece no mundo da cultura pop:

 

6. Luckin Cofee: Um exemplo muito bom para se entender melhor o mercado de startups e inovação. A Starbucks é gigante e tal. Assim como no resto do mundo, dominava os cafés na China. Até que a Luckin Coffee apareceu. É uma startup chinesa de entrega de cafés que acabou de ser avaliada em 1 bilhão de dólares. Sim, isso não garante uma ameaça a Starbucks, mas… Tem algumas vantagens. Por exemplo, o café chinês é mais barato e a maioria das lojas não abre, é só pra entrega. O “vamos lá na Starbucks” pode virar “vamos pedir um Luckin”.

++ Não abandonamos a nossa tendência de Mãe Dináh.

 

7. Repescagem: Três ações MUITO criativas dessa semana, mas que não conseguiram emplacar um tópico próprio ou entrar em outro:

 

+++ Lady Gaga vai lançar a própria marca de maquiagem.

+++ Coleira de LED perfeita para passeios noturnos com os @dogs.

+++ MIT vai lançar curso de ciência urbana para gerar dados a favor do cidadão.