The Big News – Comunicação, Criatividade e Inovação #028

Por All Press Com

Semanalmente, as mais importantes notícias do ramo da Comunicação, Criatividade e Inovação são reunidas neste humilde post. Estar bem informado não ajuda apenas a não ficar sem papo no bar ou no intervalo do trabalho, mas também a inspirar na produção de ideias criativas e inovadoras – no âmbito da comunicação ou não.

Por exemplo, será que há alguma lição por trás do absurdo sucesso de The Big Bang Theory para a sua produção de conteúdo? Ou, quem sabe, a sua ideia brilhante para startup já esteja sendo feita – e nem seja tão brilhante assim. Ou, o momento para abrir aquela lojinha online seja agora. E as eleições deste ano estão desafiando agências no Brasil inteiro. E leis estão sendo infringidas.

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1. Grande Bam: O fim está chegando para a série The Big Bang Theory, uma das sitcoms mais populares de todos os tempos. Tudo bem que não está chegando chegaaaando, vai ser só em maio de 2019, mas já dá pra começar a comentar sobre o sucesso dela. É uma das maiores audiências da história da Warner Bros – uma média de 14,2 milhões de telespectadores ao vivo, 5,4 milhões deles entre 25 e 54 anos – e responsável por um quarto da audiência do canal TBS. Os custos de produção, no entanto, eram muito grandes. Por temporada, era gasto em torno de 125 milhões de dólares com o salários dos protagonistas. No entanto, o dinheiro não era difícil de ser reavido. Estima-se que os anunciantes tenham pago em torno de 1 bilhão de dólares durante o tempo que a série já foi transmitida. Por sinal, só pra avisar: A série não está na Netflix.

++ Rappers brasileiros encarnam heróis das HQs.

++ Uma estagiária do C | Net nunca viu Star Wars, mas pediram pra ela gravar um vídeo falando sobre. E mesmo assim, ela sabia muita coisa.

++ Neil Simon, mestre da comédia da Broadway, faleceu, aos 91 anos. Foi muito bem-sucedido, rico, mas sempre subestimado.

++ Não é do curso da USP sobre Harry Potter, é só de um internauta, mas J.K.Rowling disse gostar de uma teoria que diz que Dumbledore é uma representação da morte.

 

2.Redes, Apps e Startups:

 

3. Política: Não basta só ser ano de eleições, esse tema também está recorrente quando se pensa em redes sociais. Depois da Direita ter sido foco da caça aos fakes, chegou a vez da Esquerda ser exposta. No sabadonis, uma jornalista e influencer, Paula Holanda, disse que estava sendo paga para publicar tweets com temas ligados à esquerda. A ideia era que fossem apartidários, mas acabaram sendo para promover nomes do PT – como Gleici, Luiz Marinho (candidato a governador de SP) e Wellington Dias (candidato a governador do Piauí). Trata-se de propaganda irregular. Os prováveis autores dessa estratégia são a  agência Lajoy, responsável pela seleção dos influenciadores – que ganhavam entre 1500 a 2 mil reais por mês -, a Beconnected, que teria sido contratada pelo PT não para fazer campanha eleitoral, mas para monitoramento de redes sociais e a plataforma Follow, que é de um deputado federal do PT.

++ Falando em Fake, o PSDB usou uma foto da Selena Gomez num anúncio como se ela fosse moradora do Sergipe.

++ NatGeo vai lançar microfone detector de mentiras.

++ Ainda não sabe em quem votar para presidente? A calculadora eleitoral pode te mostrar quem é o candidato que tem ideias mais parecidas com as suas. E em São Paulo, um match eleitoral te ajuda a escolher o deputado federal.

 

4. Compras: Mulheres são 79% mais propensas a gastar com jogos de celular. Sabe o que isso pode (e, provavelmente, vai) significar? Mudança de foco do mercado. Por sinal, falando em celular e gastos, pela primeira vez, mais de um quarto das compras de varejo online serão feitas por smartphones esse ano.

++ Vovó de 89 anos criou um site para vender as bolsas que ela cria. As vendas bombaram!

++ E duas coisas que eu tô com muita vontade comprar: o Kit Kat cor-de-rosa e o sorvete que não derrete.

 

+++ Reportagem imperdível: A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra.

+++ Sky anuncia sua aposta nos eSports.

+++ 4 previsões para o futuro da publicidade mobile em vídeo.