Hoje é 15 de maio, Dia Mundial da Família. Seria um tópico excelente para um post falando da relação entre Comunicação e Família, como escolher a linguagem certa em uma campanha, quais estratégias usar quando se almeja atingir toda uma família… Mas talvez hoje o melhor seja mesmo apenas celebrar as famílias. Todas as formas de família – não existe fórmula. Então, assim que terminar a leitura, ligue ou mande um Whats para todos que você considera parte da sua só pra agradecê-los por isso. Não é uma ordem, mas um sincero conselho.

Antes disso, não esqueça de ler o post. Como sempre, só a nata das ações criativas de comunicação. Tem celular em campo de futebol, Deadpool de unicórnio, cientista em bar e uma reflexão sobre quanto valem os seus dados.

Tempo estimado de leitura: 8min 30segs

 

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De uniforme e luvas, Santos, do Atlético-PR, usa celular dentro do gramado

1. Uber: Muito se falou no final de semana sobre Santos, o goleiro do Atlético Paranaense, que foi flagrado usando o celular em meio a uma partida do seu time. Um monte de gente criticou, disse que era falta de atenção, um pessoal não se importou muito – é um bom goleiro, afinal – e teve outros que se questionaram como que ele conseguia digitar de luva ou se estaria conferindo o Cartola ou o Tinder. Na verdade, o ato imprudente do goleiro não passava de uma ação da Uber para conscientização no trânsito. O aplicativo – que patrocina o clube – queria dizer que se você fica indignado com um goleiro que usa celular no meio do jogo, também deveria ficar com quem usa no trânsito.

++ Até 2020, as cidades de Dallas e Los Angeles devem ganhar o serviço de táxi aéreo pela Uber.

 

2. MoviePass: É uma startup que pode vir para o Brasil no ano que vem e mistura cinema com assinatura. Basicamente, você paga um valor X por mês – ano passado era de 9,95 dólares, em torno de 35 reais – e tem acesso a vários filmes sem precisar gastar mais com ingressos. No papel, uma ideia ótima, na prática…  Apesar de ter diversas redes de cinemas filiadas e em torno de 2 milhões de assinantes, há um problema crucial: O troço não tá dando dinheiro. Pelo contrário, prejuízo. Porque quem paga o ingresso (integral) aos cinemas é a própria MoviePass. Atualmente, quanto mais gente assina, mais preju. Uma das soluções que estão sendo consideradas é a venda dos dados dos usuários. Vamos supor, coisas do tipo: Qual dia você vai mais o cinema, seus gêneros preferidos, se chega com antecedência ou não, se prefere estreias ou não, quanto gasta na bomboneria… São informações “soltas”, mas que podem ajudar a traçar o seu perfil como consumidor. Algo que pode valer muito a pena para várias empresas.

Exemplinho hipotético – não estou dizendo que vai funcionar assim: Você sempre via filmes de ação, sozinho(a), e pouco gastava com pipoca. De uma hora pra outra, começou a ver comédias românticas, com um ingresso a mais e um combo de pipoca. Para uma empresa de perfumes, quem sabe seja a hora de te mandar um e-mail dizendo: “Parabéns, @consumidor, você acabou de ganhar 10% de desconto nos nossos produtos até o dia dos namorados!” Então, fica a pergunta aqui: Você abriria mão de dados assim em troca de cinema barato?

 

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Deadpool veste rosa em campanha para conscientizar sobre a prevenção do Câncer de Mama

3. Deadpool 2: O filme foi mencionado no post da semana passada, mas merece mais um pouquinho de Ibope. O herói é conhecido por ser “zoeiro” e quem cuidou da divulgação usou essa característica para guiar toda a campanha. Disso, saíram ações pra lá de criativas. Vamos relembrar as principais (repare como a maioria é em vídeo):

++ O filme Jovens Titãs Em Ação Nos Cinemas continua a batalha contra o Deadpool e rebateram a Céline Dion convidando Michael Bolton.

++ Compre seus ingressos para Deadpool 2.

 

4. Redes e Apps:

 

5. Drinks: Algumas das ações mais criativas da última semana foram relacionadas a bebidas. Pra começar, uma boa ideia: a 51 trocou o rótulo para mostrar que está na torcida pelo Brasil. Quem também inovou em rótulo foi Pevê Azevedo, um designer que criou a linha de cervejas “Esse país me obriga a beber”. As artes fazem denúncias políticas, lembrando o “grande acordo” e o tríplex do Lula. Mas a ação mais criativa é da Schweppes. Chama-se “Dress for Respect”. Criaram um vestido todo sensorizado para saber quantas vezes uma mulher é assediada na balada pelo toque. O resultado foi uma média de 40 toques por hora. 😨

 

+++ Vídeo do Porta dos Fundos sobre o formato clichê de comerciais de TV.

+++ Pint of Science é um festival que traz cientistas brasileiros para uma conversa na mesa de bar. Até porque, no bar, doutor não é quem tem doutorado. Doutor é quem desce mais uma gelada.

+++ Bradesco Seguros promove Quinzena do Seguro. O intuito é se apropriar do Dia Nacional do Seguro e estimular setor como um todo a fazer o mesmo.

Thanos já estava ameaçando vir desde 2012. E agora, veio. E como veio! O longa estreou semana passada e já quebrou vários recordes. Independente de você ter apreço ou não pelos Vingadores ou por super-heróis, é o assunto que vai dominar as conversas sobre cultura pop, comunicação e, facilmente, estamos falando do maior evento cinematográfico do ano – talvez, da década.

Porém, mais do que Vingadores, o post hoje é para falar sobre conteúdo e consumo. Isso porque, além do filme do Marvel, outro assunto que vai dominar boa parte do que segue abaixo é Netflix (e streaming, como um todo). O sucesso desta plataforma e desse filme claramente tem uma mensagem a ser transmitida. E, quanto antes a compreendermos, melhor.

Tempo estimado de leitura: 9 minutos.

 

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O famoso grupo de super-heróis da Marvel Comics.Vingadores: Guerra Infinita
  1. Se você não se importa nada, mas nada mesmo, com blockbusters ou quadrinhos, provavelmente, esse filme não vai ter relevância nenhuma para você. Se você se importa, já viu ou está planejando ver nos próximos dias. Independente de qual dos dois perfis seja o seu, temos que reconhecer: É O MAIOR BLOCKBUSTER DE TODOS OS TEMPOS. É o ápice de uma franquia que se iniciou há 10 anos e conta com 19 filmes. É a maior bilheteria de um sábado e maior bilheteria em um final de semana de estreia nos Estados Unidos, maior estreia mundial da história do cinema e já arrecadou 630 milhões de dólares na bilheteria (já fez mais dinheiro que Logan ou o último Transformers). No total, a franquia do Universo Marvel já arrecadou 15,3 bilhões de dólares na bilheteria mundial. Ou seja, há algo a ser analisado. A forma de consumir filmes (ou conteúdo, se preferir) parece ter mudado. O co-diretor do filme, Joe Russo, disse: “Acho que você pode olhar o Universo Marvel como um grande experimento narrativo. Nunca antes o cinema viu esse número de franquias interligadas ao longo de tantos anos dentro de um mosaico gigante. A cultura americana foi dominada por histórias de duas horas, bidimensionais e agora estamos consumindo conteúdo com tanta velocidade que precisamos de uma nova forma de contar essa história. Acredito que a Marvel está fazendo uma nova forma”.

 

++ Se você não sabe NADA dos filmes da Marvel, mas quer assistir Guerra Infinita, eis tudo o que você precisa saber antes de ir ao cinema.

++ Falando em quadrinhos, tem brasileiros indicados ao Prêmio Eisner – o Oscar do gênero.

++ Falando em filmes, o The Rock é o protagonista de Rampage, filme que estava no topo da bilheteria até Guerra Infinita. Será que ele ficou bravo de perder a liderança? Pelo contrário, fez um vídeo agradecendo aos fãs, parabenizando os Vingadores e ainda falou de uma parceria com Chris Pratt. É o cara mais carismático de Hollywood hoje.

++ Ingressos para Guerra Infinita. Corre! Quando for pra falar do filme de novo, não vou segurar os #Spoilers.

 

  1. Redes e Apps:

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Um programa de televisão infantil brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo, entre 3 de julho de 2000 e 1 de agosto de 2015.
  1. Canais infantis

    Por anos, mais do que uma forma de entretenimento (ou alienação para os mais radicais), a televisão teve um grande propósito que justificava a sua presença em quase todos os lares brasileiros: Fazer crianças ficarem quietinhas. Quando a barulheira começava ou era dado início a uma bagunça, a TV Globinho vinha ajudar nisso. Nos períodos em que o programa não estava no ar, sobravam os canais pagos. Por isso, de maneira geral, os canais infantis costumam sempre figurar entre os mais vistos. No entanto, há uma concorrência para o cubo mágico e sua antena/cabo: Smartphones, Smart Tvs e, principalmente, o Streaming. Por um tempo, o desenvolvimento econômico brasileiro fez com que mais pessoas vissem TV a cabo. Mas, a crise e o Youtube deram início a uma queda na audiência da TV paga. Saindo um pouco daqui e pensando em EUA, a audiência de Cartoon Network, Disney Channel e Nickelodeon caiu mais de 30% de 2010 a 2017. Neste ano, em comparação ao passado, já houve uma queda de 20%. Comece a reparar: cada vez mais crianças estão vendo Youtube ou Netflix em celulares – próprios ou dos pais. É uma geração que, dificilmente, vai conhecer intervalos comerciais maiores do que poucos segundos.

 

  1. Jornalismo

    Sempre vai haver quem diga que não, mas os bastidores da notícia podem ser tão interessantes quanto a notícia em si. Até pode-se argumentar que seria um conteúdo maçante para um grande público, mas, isso também já foi dito sobre os bastidores do poder – e sabemos do sucesso de House of Cards ou, antes, The West Wing. A notícia é que o BuzzFeed e a Netflix (sim, ela, de novo) fecharam uma parceria e vão lançar uma série documental de 20 episódios sobre Jornalismo. o programa Follow This mostrará o cotidiano dos jornalistas do portal. O trailer do primeiro episódio já está aí.

 

++ O ReclameAqui lançou um app sensacional. O Detector de Corrupção usa reconhecimento facial para detectar os processos que cada político responde na justiça.

+++ Após 35 anos, o ABBA está de volta. Na última sexta, 27 de abril, o quarteto sueco se reuniu para gravar duas novas músicas.

+++ Os Simpsons se tornou a primeira série a alcançar 636 episódios na TV americana. Superaram o recorde do faroeste Gunsmoke, que ficou no ar por 20 anos.

+++ Última sobre os Vingadores. Em Hollywood existem vários serviços de ônibus que levam os turistas para conhecer a casa de celebridades. O apresentador de Talk-show James Corden decidiu inverter essa lógica e levou os protagonistas para um tour por Hollywood.

As amazonas estão aí pra te dizer o seguinte: A Amazon, de Jeff Bezos, já é gigante, mas quer ficar maior ainda. E, agora, encontrou um oponente tão grande quanto (se considerarmos que a concorrência em sua área é mínima): O POTUS. O President of The United States. Ainda não é uma guerra declarada, masssss… Pra quem entende de comunicação, já consegue ver as indiretinhas no ar. Mas o negócio não está só lá: Cada vez mais, Amazon is coming to Brazil.

Além da empresa, vamos falar também de Netflix, de redes, mas também aproveitar pra apelar um pouquinho pra #nostalgia. Seja voltando pro Jô em 2002, relembrando a infância com álbum de figurinhas ou mandando um FAX (sim, um fax!).

Tempo estimado de leitura: 8 min 30 seg

Jedis-Star-Wars

  1. Amazon: A empresa já é tema recorrente de nossos posts. E dados os acontecimentos recentes, não vai sair daqui tão cedo. Começa com o Orange President. Donald Trump já deixou claro que não é o maior fã da Amazon, seja por achar que ela destrói o sonho americano ou por não gostar das críticas tecidas pelo Washington Post. Agora, uma oportunidade Jedi está pela sua frente para golpear Jeff Bezos. Nada a ver com Star Wars (mas a imagem foi colocada acima só pra não deixar a brincadeira passar), é que há um projeto de nuvem para unificar os dados do Pentágono chamado Joint Enterprise Defense Infrastructure (ou JEDI). A Amazon era considerada, até as críticas de Trump se tornarem públicas, a única favorita a ganhar a licitação. É um contrato multi-bilionário que duraria por 10 anos. Agora, já não é mais. E Bezos já está pensando em retaliação. Vão entrar com um processo contra uma licitação ganha pelo Google para prestar serviços para a Academia Militar. É um contrato de “apenas” 25 milhões. Ou seja, serve mais como uma forma de mostrar que não vai aguentar porradas quieta.

++ Enquanto isso, a empresa continua atacando em outras áreas. Pelo valor de 250 milhões de dólares, eles são donos do direitos sobre a obra de J.R.R.Tolkien – deixaram a Netflix pra trás. Vem por aí uma série de 5 temporadas sobre O Hobbit e O Senhor dos Anéis. Deve gastar mais de 1 bilhão de dólares nessa produção que pode começar em 2019.

++ O serviço de assinatura da empresa, Amazon Prime, chegou a 100 milhões de membros. É como se metade do Brasil assinasse o serviço.

++ Eles continuam aprimorando a Alexa. Agora, os usuários poderão personalizar perguntas e respostas.

++ Mas a novidade grande pra gente é a seguinte: A Amazon vai liberar a venda de 45 milhões de produtos em seu site para outros países e, entre eles, o Brasil. Será disponibilizado com o valor já possuindo a frete. Os vendedores também serão beneficiados com assistência. Ao contrário das compras pelo AliExpress, a empresa não quer que as coisas fiquem paradas em Curitiba.

++ Pra ficarmos de olho, a Reuters disse que a Amazon está negociando com a Azul uma parceria para a entrega de mercadorias aqui no Brasil. Pode ser uma solução para o problema de entregas por aqui. Pode ser uma grande mudança no mercado.

 

  1. Netflix: Aqui no Brasil, já conseguimos ver que a criatividade da Netflix ultrapassa as próprias séries e chega em suas campanhas também. Seja por trazer a Sandy, a Gretchen ou a Xuxa, são ações que geram a tão almejada “mídia espontânea”. Agora, eles planejam comprar uma empresa de Outdoors de Los Angeles. por 300 milhões de dólares (será a maior aquisição da história da empresa). O que eu quero propor aqui é uma reflexão pra gente: Outdoors são uma ferramenta eficiente de #marketing, mas parece uma ferramenta datada, antiga. Quantas agências não estão preferindo pensar muito mais no digital – e com todos os motivos do mundo, claro – e estão esquecendo de inovar com esse meio mais “tradicional”? Se a compra for concretizada, vamos ver se a Netflix consegue levar os diferenciais para o mundo “real” também.

 

++ Coisas criativas tipo essa, talvez: https://www.facebook.com/9gag/posts/10157572643616840

++ E a Netflix ampliou a receita em 40% e chegou a 125 milhões de usuários no 1º trimestre.

++ Você já não aguenta mais ouvir falar em Stories? Pena. A Netflix vai lançar esse “modo” para o app.

 

  1. Redes e Apps:
Campanha-Cheetos-Tubo-2018
Cheetos Tubo volta em campanha inspirada nos anos 90.
  1. Comidas e bebidas: É que algumas marcas desse segmento fizeram algumas das ações mais criativas da última semana. Vamos a elas:

 

  1. Álbum da Copa: Essa ação 100% BR é realmente digna de nota. Resumindo, a Bruna Marquezine recebeu da Ketchum, assessoria de comunicação da Panini (editora do álbum), 10 pacotes de figurinhas colecionáveis. Até aí, legal. Até normal. Mas todas as figurinhas eram do Neymar – namorado dela. A atriz decidiu embarcar na “brincadeira” e fez com o que atacante autografasse todas as figurinhas pra que ela pudesse trocar e completar o álbum ainda mais rápido.

+++ Esse vídeo do Barack Obama para te explicar o que são os deepfakes. Sério, não deixe de ver.

+++ Uma história de amor contada usando fotos de banco de imagens.

+++ Há 16 anos, o Jô Soares deixou um rapaz de 18 anos de sua plateia fazer uma apresentação em seu programa. Agora, os papéis se inverteram. É Fábio Porchat que recebe Jô.

Hoje, o post não está pra brincadeira (tá, até tem umas duas, mas só porque ninguém é de ferro). Marcas queridas dos brasileiros, Uber e Netflix, estão enfrentando problemas sérios e as respectivas equipes de comunicação terão dias complicados pela frente. Outro tópico importante para você se manter bem informado é que automatização das tecnologias está avançando e, se nem o frescobol foi poupado, logo, o carro voador dos Jetsons poderá ser realidade – questão de 3 anos. Além disso, trazemos ações legais de marcas no Lollapalooza, novidades nas mídias sociais e outras ideias criativas.

Tempo estimado de leitura: 7m30s

Lollapalooza 2018

1. Lollapalooza: “Se o Lollapalooza alegava ter algum espírito independente, isso ficou no passado. Hoje é um evento em que o artístico está lado a lado do pensamento corporativo. Não é surpresa que todos os palcos tenham sido batizados com o nome dos patrocinadores. Mas ainda assim espanta a invasão das ações promocionais.” Thiago Ney, da Folha de São Paulo. Vamos, então, para as principais e mais legais ações do festival:

2. Uber: Você, que acompanha o blog, bem sabe que a equipe de comunicação da Uber tem enfrentado problemas difíceis. Na semana passada, a empresa se envolveu numa tragédia que piorou ainda mais a situação. Já é sabido que carros que andam sozinhos, ou seja, sem uma pessoa no volante, estão no meio de nós – nos Estados Unidos, ao menos. A Uber já estava fazendo corridas assim, porém, com um motorista a bordo, por dois motivos: Diminuir o receio de passageiros e, principalmente, possibilitar uma intervenção humana caso fosse necessário. É o terceiro nível de automação possível (são cinco), no qual o motorista deve estar pronto para pegar o volante de uma hora pra outra.

Os concorrentes, Ford e Waymo (Google), vão direto para o quarto nível, que depende menos de um humano presente. É provavelmente o futuro dos carros não só pela praticidade, mas, para muitos, pela segurança. Afinal, retira-se o elemento mais imprevisível da direção: A pessoa. Porém… No estado do Arizona, uma mulher foi atropelada por um carro autônomo da Uber e faleceu. É o primeiro caso conhecido de um acidente envolvendo um carro que se dirige sozinho. A polícia diz que a empresa pode não ter tido culpa no acidente, mas o carro estava acima da velocidade permitida. De imediato, a Uber suspendeu toda a pesquisa na área.

++ “Na Waymo, temos muita confiança de que nossa tecnologia seria capaz de lidar com uma situação como aquela”, disse John Krafcik, CEO da empresa.

++ Mesmo assim, os carros autônomos seguirão avançando.

3. Carros Voadores: Enquanto muitos estão pensando nos carros que dirigem sozinhos, outros estão com o pensamento nas alturas! No caso, o trocadilho ruim é pra dizer que Larry Page, um dos confundadores do Google, está trabalhando com a startup Kitty Hawk para desenvolver táxis aéreos, elétricos e, também, autônomos.  Espera-se que a tecnologia já esteja no mercado da Nova Zelândia – país em que os testes estão sendo feitos – em três anos.

4. Redes e Apps:

++ Youtube vai lançar um filme próprio. Se chamará Vulture Clube e será um thriller com Susan Sarandon. Ah, e alguns youtubers irão falar sobre Fake News para crianças.

++ Instagram liberou o recurso de comprar pelo app.

++ Facebook: A empresa do Zuck ainda está enfrentando problemas sérios desde a semana passada devido ao vazamento dos dados de 50 milhões de usuários. Muito trabalho para a equipe de comunicação. Estamos preparando um post especial sobre isso.

Selton Mello em O Mecanismo

5. Netflix: O serviço de streaming recebeu críticas por parte da esquerda brasileira brasileira devido ao lançamento da série O Mecanismo, estrelada por Selton Mello e dirigida por José Padilha. A trama é livremente baseada na Lava-Jato e estava em desenvolvimento desde 2016. Porém, alguns assinantes têm visto um viés ideológico de direita na série, lançada em ano de eleição, o que levou a um movimento de boicote.

Até Dilma Rousseff se manifestou: “Na série de TV, o cineasta ainda tem o desplante de usar as célebres palavras do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre “estancar a sangria”, na época do impeachment fraudulento, num esforço para evitar que as investigações chegassem até aos golpistas. O estarrecedor é que o cineasta atribui tais declarações ao personagem que encarna o presidente Lula.”José Padilha se defendeu das críticas, dizendo que a série é uma crítica ao sistema como um todo e chamou o comentário de Dilma Rousseff de “boboca”.

++ Depois de passar anos pagando pelo uso da fonte Gotham, a Netflix decidiu lançar a sua própria.

 

+++ Sorvetes de sabor inusitado chamam a atenção para a poluição da água.

+++ Turbinaram o frescobol para, finalmente, saber quem é que ganha esse jogo.

+++ Nike se une a Happn para estimular um primeiro encontro diferente: uma corrida (uma ideia criativa, mas, se querem a minha opinião, sucesso mesmo vai ser quando unirem Tinder e Netflix).

Em algum lugar dos Estados Unidos, Mark Zuckerberg deve estar ouvindo de seus assessores: “Levanta essa moral, princeso, senão o número de usuários cai”. Logo abaixo, vai entender do que eu estou falando. Mas o fato é que a equipe de comunicação do Face enfrentou um final de semana muito complicado. Além de todo o rolo que o Zuck deve estar enfrentando, o Comunicação, Criatividade e Inovação dessa semana vai trazer notícias de cultura pop, os tradicionais updates das redes e Apps e outras coisas que você NÃO pode ficar sem saber!

Tempo estimado de leitura: 4min30s

1. DataFace: Textos do The Guardian e do New York Times que servem tanto para reforçar que o Facebook sabe muito sobre a gente quanto para mostrar que data já é essencial para estratégias de comunicação. Resumindo a ópera, a Cambridge Consultoria usou um app para descobrir detalhes dos perfis de 50 milhões de usuários do Facebook. Essa estratégia foi usada na campanha pró-Brexit e na eleição de Donald Trump. Não se trata de uma quebra de segurança no face, muito pelo contrário, tudo foi feito na “legalidade”. Você baixava o app, respondia a um quiz desses comuns da rede e, em troca, cedia informações sobre a sua conta e… A de seus amigos. Com dados de idade, curtidas, posts, localidade foi possível traçar perfis detalhados de possíveis eleitores de Trump e formular estratégias personalizadas para convencerem.

++ Se você acompanha os nossos posts, sabe que o Face está fazendo tudo para não parecer que influencia em eleições. Em específico, falei nesse post.

++ E, mais uma, do The Intercept: O facebook ocultou páginas onde promovia sua capacidade de influenciar eleições

2. Teams: É o software de mensagens da Microsoft que veio para substituir o Skype for Business. Por que a mudança? Por causa do Slack. Roubou clientes demais do Bill Gates. E não parecem estar muito preocupados não. Quando o Teams foi lançado, compraram uma página inteira do NYT pra dizer que estavam empolgados com o fato de terem concorrência.

3. Redes e Apps:

++ YouTube vai começar a publicar textos da Wikipedia junto a vídeos com teorias da conspiração.

++ Snapchat: Dá até pena falar deles de novo, mas… A empresa deu outra bola fora. Basicamente, havia uma campanha para promover o Snap chamada “Would You Rather” (Qual você prefere). A pergunta era se você preferia dar um soco em Chris Brown ou um tapa na cara da Rihanna. Se você não manja muito das fofocas, saiba que os dois eram namorados e Brown agrediu Rihanna. Isso chegou até a cantora, que reagiu negativamente e a campanha foi tirada do ar. Não antes das ações caírem quase 5%.

++ Fake News: MUITAS notícias falsas foram publicadas sobre a vereadora carioca Marielle Franco, executada na quarta-feira (14/03). O Aos Fatos desmentiu-as.

++ Lyft: A principal concorrente da Uber nos Estados Unidos, vai lançar um serviço de assinaturas. Por um valor fixo mensal, você tem direito a um determinado número de corridas que cheguem a um determinado preço.

++ Uber: Enquanto isso, uma parceria entre Embraer e a Uber promete carro voador (e sem piloto) para 2023

4. Jéssica do BBB: Se você acompanha o reality show ou só acompanha a Internet, deve ter ouvido incessantemente na última semana: “Levanta a cabeça princesa, senão a coroa cai”. A personal trainer de Florianópolis disse isso e até as marcas decidiram repetir.

5. Marcas: Só pra ficarmos por dentro de algumas ações de comunicação bem legais:

Habib’s vai dar, como brinde, copos do Chaves em forma de barril, Neymar na lata de Red Bull, Bauducco sugeriu lançar uma colomba com 200% de uva passa e Budweiser procura por voluntários para o emprego dos sonhos no Lollapalooza.

 

+++ Cleo Pires agora é cantora. Sim. E o Fifth Harmony – ex-grupo da Camila Cabello – vai dar uma pausa.

+++ Foi lançado o álbum da Copa do Mundo 2018! Só que as figurinhas estão beeem caras.

+++ As contribuições de Stephen Hawking para a cultura pop

Os jornais A NotíciaDiário Catarinense publicam na edição desta terça-feira (14) reportagem de página inteira que destaca a importância do investimento em marketing nestes tempos de crise. Um dos entrevistados foi o administrador Octávio René Lebarbenchon Neto, presidente da ADVB/SC (#ClienteALLPRESS), que destacou que as empresas não podem parar de pensar em crescer, seja qual for a situação econômica do país. Para ele, o segredo está em pensar em inovação e que o espírito de querer vender não pode ser contaminado por um controle mais austero diante da crise.

Lebarbenchon também opinou sobre a importância de investir na marca. “Em épocas difíceis, quem tem marca consegue lutar contra a crise de forma positiva”, diz à reportagem.

Leia a reportagem completa.

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Uma universidade é, por natureza, um ambiente propício a novas ideias e à inovação. E a Estácio vem se mostrando um campo propício nessa área. Tanto assim que está entre as 50 empresas mais inovadoras do país, segundo o Anuário Inovação Brasil, editado pelo jornal Valor Econômico, que relacionou as 100 mais inovadoras.

A Estácio é a única instituição de ensino presente na relação e, no setor de Serviços Gerais, no qual foi enquadrada, aparece em 3º lugar. Segundo diretora de Inovação da Estácio, Lindália Reis, “mais que um desafio tecnológico, inovação é uma mudança de cultura”.

Para o Valor Econômico, “o Brasil, onde os aportes em pesquisa e desenvolvimento fazem parte da história recente das corporações, exigiu a elaboração de uma metodologia capaz de separar as empresas realmente inovadoras das que apenas seguem ondas tecnológicas. O resultado é um ranking formado por corpo­rações que inseriram processos de criação e incremento técnico constantes no cerne de suas estratégias, planos e metas”.

Além do ranking do Valor, a Estácio conquistou este ano o Selo de Inovação da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), sendo a primeira universidade do país a conseguir esse feito. A instituição de ensino também ampliou os investimentos em projetos de inovação, que passaram de 0,5% da receita em 2013 para 1% da receita no ano passado.

Uma dos projetos inovadores da Estácio é o Telion (primeira patente da instituição), uma interface conectada e interativa para melhorar a experiência entre professores e alunos em sala de aula. “Iniciamos a produção industrial em 2015 e, agora, será escalável às cinco mil salas de aula da Estácio no decorrer dos próximos anos”, diz Lindália Reis, Diretora de Inovação da Estácio.

A instituição vem desenvolvendo ainda um simulador de laboratórios virtuais, que integra tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada. Com isso, será possível a realização de experimentos de laboratório à distância com manipulação de objetos 3D. Denominado de Nexxa, está em processo de patente, com baixo custo e simples de escalar para meio milhão de alunos.

As empresas realmente inovadoras, segundo Lindália Reis, “precisam ter a capacidade de se reorganizar, repensar, reagir e evoluir”. A Estácio vem demonstrando isso.

Entrevista com reitor

O Diário Catarinense em sua edição de domingo e a Zero Hora em seu site hoje destacam a entrevista com o reitor da Estácio, professor Ronaldo Mota.

Estimular uma maior interação professor e alunos é um dos temas da entrevista concedida por ele ao jornalista Cristian Weiss. Confira:

“Os professores precisam fazer curso de empatia”, diz Ronaldo Mota

O Social Good Brasil promove no sábado (6 de junho), no cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), uma sessão especial do documentário Conectados Transformamos. O filme, de 52 minutos, traz a história das iniciativas Teto Brasil, Meu Rio, Banco Comunitário Maricá, Conexão Pais e Filhos, Projeto Integrar, Fundação Laço Rosa, Quimioterapia e Beleza e Rapunzel Solidária. Em comum, todos reúnem pessoas que decidiram agir pela mudança que acreditam. Além disso, usam a tecnologia como ferramenta. As sessões ocorrem às 20h e a entrada é gratuita.
Projeto aprovado pela Lei Rouanet, o Conectados Transformamos teve apoio da IBM Brasil, Azul Linhas Aéreas, Softplan e Tractebel Energia. “Nossa intenção é apresentar casos de projetos que têm impacto importante no combate a problemas sociais e, assim, inspirar mais pessoas a participar”, diz a coordenadora do documentário, Ana Paula Santos.

As histórias retratadas no documentário mostram pessoas que tiveram apoio para construir a própria casa, enfrentar doenças ou ingressar na universidade. Também são contadas as experiências daqueles que decidiram discutir as mazelas da cidade onde vivem, estimular o microempreendedorismo ou ajudar os pais a terem relações mais saudáveis com seus filhos.