A gente sabe que o Google Plus nunca esteve vivo de verdade. Só que, agora, a “rede social dos funcionários do Google” está oficialmente morta. E por mais que ela provavelmente nunca tenha sido alvo de alguma ação memorável ou tenha tido destaque no planejamento de comunicação da sua marca, esse acontecimento simboliza um momento muito importante para as redes sociais.

 

Nunca foi escondido que a pretensão dessa rede era ser o novo Facebook. De certa forma, foi o que ocorreu – mas longe de alcançar a posição almejada. Lembra do vazamento de dados do Facebook com a Cambridge Analytica? Pois então. Depois de um furo do The Wall Street Journal, foi revelado que dados de 500 mil usuários do Google Plus foram expostos entre 2015 e 2018 por conta de uma falha de segurança.

 

(Vou abrir um parênteses aqui pra dizer que é o mesmo WSJ que revelou que autoridades americanas estão preocupadas com o Google permitir que empresas acessem alguns dados do Gmail de usuários.)

 

Com a notícia, a Alphabet (holding da Google) anunciou que, pelos próximos 10 meses, estará desativando a rede social – durante o processo, os usuários receberão mais informações, como, por exemplo, os procedimentos para baixar o que foi postado.

 

 

Morte do Google Plus e o uso das Redes Sociais em Planos de Comunicação

 

É bem óbvio, mas não custa reforçar, que as redes sociais são ferramentas muito eficientes para qualquer estratégia de comunicação de qualquer tipo de empresa. Em 2018, por conta de vazamento de dados, o Facebook perdeu muitos usuários e tornou-se alvo de processos políticos. Agora, pelo mesmo motivo e até por medo, o Google Plus vai acabar.

 

Escolher em quais redes serão executadas determinadas ações ou em quais a marca estará presente deve ser um trabalho feito com muito cuidado. O Facebook, por exemplo, é uma rede que, por mais que esteja trabalhando para provar o contrário, terá sempre a estigma de um ambiente de fragilidade dos dados e de fácil compartilhamento de Fake News.

 

O Instagram e o Twitter, em comparação, parece que foram as redes para as quais muitos dos “desertores do Facebook” acabaram migrando. Em especial, os usuários mais jovens. O WhatsApp quase todo mundo tem e usa. Mas, por conta das eleições deste ano, houve uma saturação – ao menos, temporária – do compartilhamento de conteúdo por lá.

 

O fato é que, se há uma aposta quase que exclusiva numa única rede, sem pensar em planos de contingência ou a capacidade de gerenciamento de crise eficiente, qualquer planejamento de comunicação torna-se extremamente frágil. Claro, o Google Plus nunca foi popular. Mas, e se fosse? Qualquer ação planejada por lá seria tempo perdido – como muitas foram por conta de mudanças de algoritmo no Facebook, por exemplo.

 

Mais um lembrete claro de que estar nas redes sociais não é suficiente. De um dia para o outro, todo planejamento pode mudar e as marcas não podem ser afetadas por isso.

 

Google Plus como exemplo de erro na comunicação

 

A verdade é que a Alphabet, em março deste ano, quando surgiram as informações sobre vazamento de dados na rede, preferiu se proteger a proteger os usuários. Optou por se defender de processos e desconfiança ao “abrir o jogo” e buscar pela defesa de quem confiou neles. Praticamente, um desastre que resultou no fim de um projeto. Na verdade, poderia ter sido uma chance ímpar de aperfeiçoá-lo.

 

O recado que podemos tirar disso, é que, mais do que nunca, é necessário planejar a comunicação de uma empresa, seja em um momento de crise ou não, de maneira estratégica. A All Press Comunicação usa a experiência e versatilidade de sua equipe para alavancar os resultados de seus parceiros. Conheça os nossos serviços de Redes Sociais e Gerenciamento de Crise e vamos marcar uma conversa para saber mais sobre o cenário atual da sua empresa.

Depois de algumas semaninhas ausente, esse post volta a abrilhantar o seu feed e o blog da All Press. Do Pop ao Cult, do impresso ao online e do mais inovador até o ainda mais inovador… As notícias que você não pode ficar sem saber estão aqui!

 

Tempo estimado de leitura: 6 minutos

 

1. Conteúdo: Do pop ao cult, o que pode servir para inspirar o seu trabalho – ou só espairecer mesmo.

 

2. Games: A Telltale Games, responsável por jogos como The Walking Dead e The Wolf Among Us, demitiu quase toda a equipe e está próxima de pedir falência. É uma pena. A empresa foi responsável por mudar o storytelling dentro da indústria.

 

++ Ah, a nostalgia. A Sony anunciou o lançamento do PlayStation Classic, que é uma versão comemorativa dos 25 anos do PS1.  Ele vai sair em versão mini e com 20 jogos na memória. Importante dizer que a Nintendo já havia relançado o Super Nintendo.

 

++ Angry Birds ganha versão em realidade aumentada.

 

3. Redes, Apps e Techs:

 

 

 

4. Time: Uma das mais tradicionais revistas do mundo, a Time foi vendida por 190 milhões de dólares para Marc Benioff, presidente e um dos fundadores da empresa de tecnologia Salesforce. Outras revistas, como a Fortune, Money e a Sports Illustrated podem ser as próximas a serem vendidas pelo grupo de mídia Meredith, que passará a focar em produtos voltados ao público feminino. Esse preço de venda é um claro sinal da crise financeira do Jornalismo –  e que ninguém mais lê impresso. Isso porque, há oito meses, a Time Inc. havia sido comprada por 2,8 bilhões de dólares.

 

++ The Village Voice, principal jornal alternativo de Nova York, fechou as portas. Resta apenas uma equipe para digitalizar o arquivo.

 

 

+++ Nove eletrônicos e serviços de sucesso que foram substituídos com o tempo.

+++ Universal Music Brasil promoveu encontro que uniu música, marketing e tecnologia.

+++ Arte ajuda jovem a lidar com doença vinda do uso excessivo de computador.

O post dessa semana está um pouco mais curto do que o habitual. Depois de algumas edições falando muito de assuntos um pouco chatos porém necessários – tipo, combate a Fake News, segurança nas redes e futuro do Streaming -, vamos pegar um pouco mais leve nessa.

Esse post tem, de volta, as novis de ações criativas – estava com saudades? Também tem um apanhado das redes, pesquisa sobre conteúdo e, inevitavelmente, um pouco de assuntos não muito legais.

(Só para aproveitar, a melhor música desse álbum da Christina Aguilera)

 

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

 

 

1. Ações Criativas:

++ Justiça confirma multa do Procon ao Habib’s por publicidade abusiva.

 

2. Redes e Apps:

 

3. Revistas: Abril já tinha fechado revistas e demitido muitos funcionários, mas se isso ainda não era sinal de crise suficiente, pediram recuperação judicial e estão sem pagar os ex-funcionários. Se serve algum tipo de consolo para a família Civita, a Editora Escala também encerrou revistas.

++ Não é mídia impressa, mas algo para mostrar que os veículos tradicionais não estão se acabando (necessariamente). O SBT lançou a campanha #tbtSBT para que resgatar programas, apresentadores e personagens que marcaram sua história.

 

 

4. Assuntos um pouco chatos, porém necessários, não poderiam ficar de fora: Trump também acha que as vozes conservadoras estão sendo caladas pelas redes sociais. Inclusive, fez o habitual, e disse isso no Twitter. Jack Dorsey, CEO da rede, concordou que existe, por parte da maioria dos funcionários, uma certa inclinação para a esquerda, mas que isso não influencia nas atitudes tomadas. Aqui pelo Brasil, foi aprovada a lei de proteção de dados pessoais, inspirada na GDPR.

 

5. Conteúdo: A gente sempre fala que as fórmulas estão acabando e que temos que ser criativos. Cambridge, no entanto, fez um estudo e chegou a conclusão de que existe fórmula a perfeita de roteiro para filmes. É a “homem no buraco”, que consiste em uma queda seguida por uma ascensão. Os pesquisadores incluem “O Poderoso Chefão” nessa categoria. Outra universidade que está com uma pesquisa interessante é a USP, que abriu um curso sobre Harry Potter. O objetivo das aulas é “propiciar o contato entre leitores de Harry Potter, tanto na academia quanto fora dela, para discussão da obra”.

 

+++ Artistas tentam retratar a angústia da depressão.

+++ Brasil é o segundo maior país em buscas sobre beleza.

+++ Melhor vídeo que você vai ver hoje: Homenagem de Drag Queens no Theatro Municipal para os 60 anos da Madonna.

Se você trabalha com comunicação, redes sociais é um assunto importantíssimo. Se você quer que a comunicação da sua empresa tenha destaque, redes sociais é um assunto importantíssimo. Se você tem qualquer rede social, redes sociais é um assunto importantíssimo. Se você está lendo isso agora, redes sociais é um assunto importantíssimo.

O post dessa semana é quase que exclusivamente voltado para este tópico. A batalha contra os bots e as fake news continua e as redes resolveram uma questão que se arrastava por semanas: Infowars. Já o Tinder, que não enfrenta esse problema, está com lucros enormes e uma dor de cabeça diferente. Nenhuma, no entanto, se compara a da TV a cabo, que está morrendo a cada dia por conta de uma doença (ou remédio, dependendo) chamada streaming.

 

Tempo estimado de leitura: 6 minutos.

 

 

1. Infowars: No eterno esforço de Mãe Dináh, na semana passada, já tínhamos falado do Infowars, um veículo de extrema direita que volta e meia publica algumas notícias/teorias da conspiração/acusações sem nenhuma prova. Entre o que é dito, está que o massacre da Sandy Hook Elementary School, em que 20 crianças e seis adultos foram assassinados por um estudante portando 4 pistolas, seria falso, encenado por atores mirins. O dono do veículo, Alex Jones, comanda, além do site, redes que chegam a dezenas de milhões de acessos todo mês. Em meio a algumas delas fazendo limpezas de contas fantasma e combate a fake news, havia uma pressão muito grande para que acabassem com o Infowars também. Reparem no “havia”. Isso porque Facebook, Apple, Twitter, MailChimp, YouTube e Spotify praticamente expulsaram Alex Jones ao bloquear ações e deletar podcasts, páginas e canais que pertenciam a ele. Em resposta, ele acusou o vale do Silício de censurar vozes conservadoras.

 

++ Aqui no Brasil, o Twitter também agiu e fez um bloqueio parcial a algumas contas de direita por conta de distribuição realizada por bots. A reação veio com a hashtag #DireitaAmordaçada. Até o Bolsonaro postou.

++ Falando em Twitter, um novo usuário: @FHC.

++ Sobre o debate de semana passada da Band, Aos Fatos e a Lupa fizeram a checagem. E o Google Trends trouxe os dados de pesquisa. O mais procurado foi Bolsonaro.

++ Não podendo participar do debate, o PT fez o próprio numa live do Facebook.

++ O segundo debate dos candidatos à presidência vai ao ar na RedeTV e será multiplataforma.

++ Blogueiros do UOL lançam curso online gratuito contra notícias falsas.

 

2. Redes e Apps:

 

 

3. Streaming: Mais pauladas na TV a cabo. Pesquisa da eMarketer mostrou que 33 milhões de estadunidenses vão cortar em definitivo esse serviço nesse ano. Em outra, da Nielsen, dados apontam que crianças entre 2 e 11 anos de idade estão assistindo menos TV linear (ou pré-programada). O tempo que o grupo etário dedica caiu cerca de 22% entre 2014 e 2017. E os teens assistem ainda menos: o número de horas caiu cerca de 38% nesse período. É uma geração que não tem a obrigação de acordar cedo pra ver Sábado Animado ou voltar correndo da aula pra conseguir ver o Goku lutando contra o Majin Boo. Eles podem ver o desenho que quiserem na hora que preferirem. Isso, claro, reacende o debate sobre a regulação sobre a propaganda, conteúdo e restrição etária. Mas calma, isso é só o começo. Não vamos nos esquecer que a Disney está preparando o próprio serviço de streaming.

 

++ Falando em Disney, é bem provável que usem o roteiro de James Gunn para o próximo filme do Guardiões. Mas ele realmente está fora da direção.

++ Ruby Rose será a Batwoman da vindoura série de TV. Mas teve que abandonar o Twitter. Uma chuva de comentários negativos, que variava de “ela não é lésbica de verdade” a “ela é gay demais”, foi o motivo.

++ Disney terá o seu primeiro personagem abertamente gay, Jack Whitehall (de Jungle Cruise). As redes também criticaram essa escolha. Foi um escolhido um ator hétero que fará um personagem excessivamente afeminado.

 

4. Tinder: Deve render US$ 800 milhões este ano, o dobro do valor que obteve em 2017. Os grandes responsáveis por esse aumento são os recursos pagos do aplicativo (Tinder Plus e Tinder Gold). Ou seja, um sinal de que as pessoas não se preocupariam de pagar por uma rede social se o serviço corresponder. Esse valor significa que será tão grande quanto o Snapchat foi no ano passado, quando o Snap ainda sofria o começo das consequências da cópia de ideia do Facebook – aliás, só bom relembrar que o Face também está querendo copiar justamente o Tinder. A preocupação da proprietária da rede agora é que os mais velhos não migrem para o Tinder também: “Não podemos ter o que aconteceu com outras marcas na nossa marca, que é como ‘Ew, meu irmão mais velho usa isso. Meu pai usa isso. Minha mãe usa isso’” disse Mandy Ginsberg. O receio é relevante. Esse é um dos principais motivos da Geração Z ter abandonado o Facebook.

 

++ Bumble, fundado por uma ex-funcionária do Tinder, é um app de relacionamentos que visa dar mais poder para as mulheres. Só elas que podem iniciar a conversar e o rapaz tem um limite de tempo para responder. Agora, a empresa lançou um fundo de investimento para outras startups fundadas por mulheres.

 

 

+++ Quando a gente fala de como usar conteúdo multimídia, é disso que a gente tá falando. Excelente reportagem do Washington Post sobre a arte do improviso.

+++ Agências, parem de usar fotos de banco de imagens. A Samsung fez isso. E foi descoberta.

+++ Professores da Furb criaram site que compara preços de supermercados de Blumenau.

É necessária muita coragem para pedir perdão e muitos acontecimentos para atrasar de tamanha forma a publicação desse post. Porém, preciso pedir desculpa pela semana de atraso na publicação de post #025. Mas, garanto, vale a pena.

Porque nesse post, a ca bô a brinks. Streaming não vai mais ser festinha e combater fake news tem consequências.

Tempo estimado de leitura: 9 minutos

1. Fake News: É um papo sobre Twitter e Facebook e luta contra as notícias falsas. E as repercussões dessa decisão. Vamos começar de microblog.

Há uns dois meses, em torno de 70 milhões de contas foram deletadas sob suspeita de serem falsas. Algo necessário para combater as fake news dentro da rede. Até aí, tudo bem. O problema é que isso foi responsável por uma queda enorme (17%) nas ações da rede. Porque, basicamente, contas deletadas também são menos usuários. E mais momentos tempestuosos podem vir pela frente. O CEO, Jack Dorsey, vai continuar o foco na “saúde” (qualidade) da rede. E, mesmo com essas dificuldades, foi o terceiro semestre seguido em que a rede teve lucro.

Agora, Face. Dois pontos marcaram os últimos dias, em especial, aqui no Brasil. Todos os anúncios relacionados às eleições deste ano serão identificadas como propaganda eleitoral. Uma ferramenta de transparência vai mostrar o CPF do candidato ou CNPJ do partido. Além disso, será checado o comprovante de residência do anunciante na hora do cadastro para evitar que ~forças de fora influenciem no resultado das urnas.

Mas não parou por aí. O Face também fez a sua limpa. Foram removidas 196 páginas e 87 perfis que violavam as políticas de autenticidade. O problema é: Muitas eram do MBL, que, digamos, não aceitou muito bem isso. No twitter (meio irônico isso), o grupo disse o seguinte: “O Facebook desativou páginas de alcance nacional as quais, somando meio milhão de seguidores, entre informar e divulgar ideias liberais e conservadoras – o que não é crime – também exerciam o importante papel de denunciar as ‘fake news’ da grande mídia. Já há muito o Facebook tem sido alvo de atenção por conta do viés ideológico da empresa, manifestado ao perseguir e inventar alegações esdrúxulas contra grupos e líderes de direita ao redor do mundo.” Também fizeram um protesto em frente à sede brasileira da rede. O Ministério Público Federal cobrou explicações, receando censura. Nelson de Sá, na Folha, disse o seguinte: “Talvez o maior problema, como se observa nas duas recentes intervenções no Brasil, é que a plataforma acaba atuando de forma mais indiscriminada do que é capaz de reconhecer –e, principalmente, corrigir. Sem editores, sem se aceitar como mídia, o Facebook não tem Erramos.”

++ Em setembro, líderes do Facebook, Google e Twitter voltarão a depor no congresso americano.

++ Para o New York Times, Wall Street não deveria estar punindo os esforços das redes de combater as Fake News. Porque, se eles não fizerem isso, é capaz de vir regulação pesada aí.

++ Bom relembrar o Greg News sobre notícias falsas. MBL estava no centro das discussões.

++ Levantamento  da FGV comprovou ação de robôs nas pré-campanhas. Ação correspondeu a 22,1% dos tuítes de perfis ligados ao campo do PT, 21,9% ao de Bolsonaro e 16,1% ao da centro-direita.

++ É interessante ver o exemplo do Infowars, dos Estados Unidos, para pensar sobre essa questão. Caso você não o conheça, é um veículo de extrema direita que volta e meia publica algumas notícias/teorias da conspiração/acusações sem nenhuma prova. Muitos querem que o Face exclua essa página. Mas, como não são posts comprovadamente falsos e não é (nem usa) bots, a página continua no ar. Já a Apple retirou podcasts do grupo no catálogo do iTunes por conta do discurso de ódio.

++ E sobre Fake News, TRE do Distrito Federal mandou o Alexandre Frota apagar post sobre um candidato ao Senado que teria pedido a prisão do Moro. Era Fake.

 

2. Streaming: Problemas no (que se pensava ser um) paraíso. Vamos por partes. Lembra de quando eu falei que a Netflix não enfrentava grande rejeição (como algumas redes) por não ser alvo de nenhuma controvérsia? Pois é, as coisas mudaram por conta da série Insatiable, que mostra uma adolescente que emagrece e busca vingança contra os colegas que praticavam bullying. A série está sendo acusada de fat-shaming (vergonha por estar acima do peso). Mas esse está longe de ser o principal problema para a empresa. Um deles, é a concorrência crescente. Em especial, a HBO. Já há muitos anos, antes de sequer se pensar em streaming, as séries do canal ganhavam muuuitos prêmios e eram sinônimo de qualidade. Afinal, antes de GOT, já tínhamos Os Sopranos. A era do On Demand chegou e não ficaram de fora, lançaram o HBO Go, que difere bastante da Netflix. De maneira geral, são produzidas bem menos séries, mas com um orçamento bem maior, que têm episódos novos lançados toda semana – afinal, depende do canal de TV. O negócio é que, com a recente compra da Time Warner (dona da HBO) pela AT&T, a forma do canal de produzir conteúdo original deve mudar. Eles vão Netflixar (tô criando uma palavra aqui) a programação e começar a focar em mais séries, mais baratas e mais maratonáveis.

++ Do New York Times: Os planos de Shonda Rimes para a Netflix.

++ Nightflyers, do George R. R. Martin, ganhou trailer.

++ Por aqui no Brasil, Wagner Moura viverá famoso diplomata brasileiro em filme da Netflix.

++ Sabe o problema de se produzir conteúdo por streaming? Pode sair mais caro do que os assinantes pagam.

++ Sabe o problema de se consumir muito conteúdo por streaming? Você pode estar pagando bem mais do que imagina.

++ Mas, mesmo assim, é a tendência. Até a Microsoft tá entrando nessa e planeja streaming de games como foco para o Xbox.

 

3. Redes e Apps:

– Xbox: A divisão da Microsoft arrecadou 10 bilhões de dólares no ano passado.

– Moviepass: Assinantes tiveram dificuldade recentemente em conseguir os ingressos a que têm direito. O problema? Acabou o dinheiro da empresa. Mas já conseguiram um investimento para resolver. Só não deu pra resolver a queda de 50% das ações. Pra isso, então, houve um aumento de mensalidade. O mercado se acalmou novamente.

– Uber: o Uber Pool, serviço de carona compartilhada, aumenta o trânsito. E a empresa parou com o plano de caminhões que se dirigem sozinhos.

– Spotify: Revisa playlists e pode mudar relação de artista com fãs.

– Facebook: Abriu um escritório na China, mas a rede continua bloqueada no país. Ou seja, a crise não está afetando taaanto assim a empresa. Será? Por que perderam 120 bilhões de dólares em valor de mercado num único dia.

– Google Chrome: Vai considerar inseguro qualquer site que não for HTTPS.

– Apple: Atingiu 1 trilhão de dólares de valor de mercado. Primeira vez na história para uma empresa privada.

– Instagram: O humorista alagoano Carlinhos Maia teve 2º maior nº de views no Stories no mundo em junho.

Inspirobot: Pra você que ama imagens randômicas com textos filosóficos sem sentido.

++ Do mesmo influencer que disse que “A Internet é uma orgia grande e estranha”: John Ostrovsky, com mais de 10 milhões de seguidores, disse que o fim está próximo para os influenciadores.

 

 

+++ Ressaca digital: O caso Neymar Pós-Copa 2018.

+++ Tic Tac virou instrumento musical num clipe de Funk. Ação muito criativa.

+++ Coca-Cola lançou um refrigerante sabor café expresso.

+++ Reino Unido anuncia investimento milionário para combater bullying e cura gay.

Digamos que o tema dessa série de posts fosse outro. Futebol, por exemplo, e a nossa missão fosse, semanalmente, trazer os assuntos mais importantes do mundo da bola. Alguns jogadores, times e temas iriam se repetir mais frequentemente, dada a sua importância ou conforme outro critério previamente selecionado. O nosso tema não é esse, é comunicação. E como a gente foca em criatividade e inovação (perceba no título), alguns players e temas também se repetem.

Coincidentemente, o post dessa semana traz tópicos frequentes desde o começo da série. Primeiro, falaremos de ações criativas ligadas a Copa do Mundo (o que já foi tema no nosso décimo post), Heróis (que volta e meia é tema), Redes e Apps (uma seção fixa) e Amazon (que já foi principal tópico). Mas, também tem muita coisa que é novidade, por exemplo, games – que, ao que tudo indica, logo, também será um tema clássico.

Tempo Estimado de Leitura: 9min30segs

Canarinho-Copa-do-Mundo-recepcionando-jogadores
Seria o “Canarinho Pistola” o melhor mascote da Copa do Mundo?
  1. Copa do Mundo: Faltam 36 dias para a Copa do Mundo. E nesse período antes, no período durante e no período depois, vamos ver muitas ações referentes a ela. Pra começar o post, duas criativas: A Gol vai contratar um espião para monitorar possíveis adversários do Brasil. Sério. Inclusive, a vaga foi anunciada no LinkedIn – o que mostra que é possível ser criativo por lá. Já o Outback trouxe de volta a promoção da caneca, só que agora com três cores: azul, amarelo e verde.

++ Falando de futebol, mas sem ser Copa, a Heineken vai transmitir a final da Champions ao som da Orquestra Filarmônica. Um grand finale de fato.

++ Falando de bebida, mas sem ser alcóolica, a Coca-Cola fez uma homenagem ao Big Mac, que completa 50 anos.

++ E falando de bebida e de grandes empresas, Nestlé fechou um acordo de 7 bilhões de dólares para vender produtos de café da Starbucks. Café tá dando mais dinheiro que o imaginado, pessoal!

 

  1. Heroes: Já falei bastante de Guerra Infinita na semana passada, então, vou deixar os Vingadores de lado nessa semana. Mas… Existem mais heróis. Deadpool 2, como sempre, está dando um banho de criatividade na divulgação. Seja pelo nada convencional herói Peter, seja pelo clipe com Céline Dion arrasando – mas tendo que ouvir que deveria cantar pior (afinal, é Deadpool 2, não Titanic). Você também deveria ficar de olho na animação Os Jovens Titãs em Ação – Nos Cinemas!, que tem como slogan: “O Filme de Super-Herói para acabar com os Filmes de Super-Herói”. Inclusive, os dois longas estão numa “rivalidade” bem criativa. Primeiro, Deadpool disse que Cable, o seu oponente no vindouro filme, é tão sinistro que poderia ser do Universo DC. O twitter dos Jovens Titãs respondeu lembrando que antes de ser da Marvel, o protagonista Ryan Reynolds foi da DC – é uma referência ao fracasso do filme Lanterna Verde, que foi estrelado pelo ator. O vilão do filme dos Titãs é o Exterminador, personagem do qual Deadpool foi totalmente copiado. Esse fato, claro, não deixou de ser explorado no mais recente trailer. E… O Ryan Reynolds respondeu no Twitter dizendo que não via semelhança entre os personagens Slade Wilson (Exterminador) e Wade Wilson (Deadpool).

++ O primeiro filme do Homem-Formiga foi o que chamam de um “sucesso moderado” – se pagou, deu lucro, mas não impressionou ninguém. O segundo está chegando e deve ter a sua bilheteria inflada pelos acontecimentos do longa da Equipe-Que-Vinga-Mas-Eu-Não-Direi-Qual-Pra-Não-Ser-Repetitivo.

++ Falando em filmes, o filme do Edir Macedo se tornou a maior bilheteria do cinema brasileiro. Superou Tropa de Elite 2 e Dona Flor e Seus Dois Maridos. Fica aqui a pergunta: Você conhece alguém que foi ao cinema pra ver esse longa?

 

  1. Redes e Apps:

 

Capa-GTA-V
Jogo da Rockstar acumula 90 milhões de unidades e lucro de 6 bilhões de dólares.
  1. Games: Falamos muito de conteúdo como um fator relevante para qualquer estratégia de comunicação. Aí a gente pensa em como explorar isso com posts, com integração em redes sociais, se ainda vale a pena investir em podcasts e que o vídeo é o futuro. Mas sabe o que tem dado dinheiro e é diferencial? Games. Pense no sucesso absurdo que foi o Pokemon GO. Pense nos joguinhos que você tem no seu celular. Pense em quantos conhecidos não têm TV a cabo, mas tem um console em casa. Outro exemplo: o GTA V foi lançado em 2013, ou seja, há cinco anos. Continua vendendo cópias até hoje – 15 milhões só no ano passado, por exemplo. Ele é o produto de entretenimento mais lucrativo de todos os tempos. Fez mais dinheiro do que Star Wars, Avatar…

 

++ Falando sobre os jogos, essa notícia é de outubro do ano passado, mas só pra dizer que: Fabricantes estão recorrendo à Inteligência Artificial para viciar jogadores.

 

++ Um pouco sobre o processo criativo da Nintendo – que sempre traz novidades: “As pessoas sempre nos perguntam se tomamos riscos de propósito. Mas, para nós, não tomamos riscos – nós só continuamos a tentar coisas novas. O pensamento que nos guia é: O que podemos fazer para surpreender os jogadores de forma positiva? Não é que estejamos conscientemente tentando inovar; só estamos procurando formas de fazer as pessoas felizes. O resultado é que bolamos coisas que outras pessoas não fizeram antes”, disse o gerente geral de desenvolvimento da Nintendo, Shinya Takahashi.

 

++ Só porque eu falei em Star Wars, uma lista da AdNews com as principais ações referentes ao May The Forth (4 de maio, dia do Star Wars). Aqui na All Press, também não deixamos passar em branco.

 

+++ O MET Gala virou notícia, tomou as redes… Mas que raios é esse baile?

 

+++ This is America – Childish Gambino. É o videoclipe mais importante do momento. Mais que uma música, um canto antirracista.

 

+++ Se você imagina o empreendedor de Startup como um jovem nos seus 20 e poucos pensando em criar o novo Facebook, está “redondinhamente” enganado. Os mais bem sucedidos fundadores começaram, em média, aos 45 anos de idade. Fica aqui a mensagem positiva de que nunca é tarde para sonhar!

Em algum lugar dos Estados Unidos, Mark Zuckerberg deve estar ouvindo de seus assessores: “Levanta essa moral, princeso, senão o número de usuários cai”. Logo abaixo, vai entender do que eu estou falando. Mas o fato é que a equipe de comunicação do Face enfrentou um final de semana muito complicado. Além de todo o rolo que o Zuck deve estar enfrentando, o Comunicação, Criatividade e Inovação dessa semana vai trazer notícias de cultura pop, os tradicionais updates das redes e Apps e outras coisas que você NÃO pode ficar sem saber!

Tempo estimado de leitura: 4min30s

1. DataFace: Textos do The Guardian e do New York Times que servem tanto para reforçar que o Facebook sabe muito sobre a gente quanto para mostrar que data já é essencial para estratégias de comunicação. Resumindo a ópera, a Cambridge Consultoria usou um app para descobrir detalhes dos perfis de 50 milhões de usuários do Facebook. Essa estratégia foi usada na campanha pró-Brexit e na eleição de Donald Trump. Não se trata de uma quebra de segurança no face, muito pelo contrário, tudo foi feito na “legalidade”. Você baixava o app, respondia a um quiz desses comuns da rede e, em troca, cedia informações sobre a sua conta e… A de seus amigos. Com dados de idade, curtidas, posts, localidade foi possível traçar perfis detalhados de possíveis eleitores de Trump e formular estratégias personalizadas para convencerem.

++ Se você acompanha os nossos posts, sabe que o Face está fazendo tudo para não parecer que influencia em eleições. Em específico, falei nesse post.

++ E, mais uma, do The Intercept: O facebook ocultou páginas onde promovia sua capacidade de influenciar eleições

2. Teams: É o software de mensagens da Microsoft que veio para substituir o Skype for Business. Por que a mudança? Por causa do Slack. Roubou clientes demais do Bill Gates. E não parecem estar muito preocupados não. Quando o Teams foi lançado, compraram uma página inteira do NYT pra dizer que estavam empolgados com o fato de terem concorrência.

3. Redes e Apps:

++ YouTube vai começar a publicar textos da Wikipedia junto a vídeos com teorias da conspiração.

++ Snapchat: Dá até pena falar deles de novo, mas… A empresa deu outra bola fora. Basicamente, havia uma campanha para promover o Snap chamada “Would You Rather” (Qual você prefere). A pergunta era se você preferia dar um soco em Chris Brown ou um tapa na cara da Rihanna. Se você não manja muito das fofocas, saiba que os dois eram namorados e Brown agrediu Rihanna. Isso chegou até a cantora, que reagiu negativamente e a campanha foi tirada do ar. Não antes das ações caírem quase 5%.

++ Fake News: MUITAS notícias falsas foram publicadas sobre a vereadora carioca Marielle Franco, executada na quarta-feira (14/03). O Aos Fatos desmentiu-as.

++ Lyft: A principal concorrente da Uber nos Estados Unidos, vai lançar um serviço de assinaturas. Por um valor fixo mensal, você tem direito a um determinado número de corridas que cheguem a um determinado preço.

++ Uber: Enquanto isso, uma parceria entre Embraer e a Uber promete carro voador (e sem piloto) para 2023

4. Jéssica do BBB: Se você acompanha o reality show ou só acompanha a Internet, deve ter ouvido incessantemente na última semana: “Levanta a cabeça princesa, senão a coroa cai”. A personal trainer de Florianópolis disse isso e até as marcas decidiram repetir.

5. Marcas: Só pra ficarmos por dentro de algumas ações de comunicação bem legais:

Habib’s vai dar, como brinde, copos do Chaves em forma de barril, Neymar na lata de Red Bull, Bauducco sugeriu lançar uma colomba com 200% de uva passa e Budweiser procura por voluntários para o emprego dos sonhos no Lollapalooza.

 

+++ Cleo Pires agora é cantora. Sim. E o Fifth Harmony – ex-grupo da Camila Cabello – vai dar uma pausa.

+++ Foi lançado o álbum da Copa do Mundo 2018! Só que as figurinhas estão beeem caras.

+++ As contribuições de Stephen Hawking para a cultura pop

Começou em agosto o Conexão Sustentável, projeto itinerante da Magma Cultura, que levará entretenimento e informação para conscientização ambiental a sete estados. O projeto, que prossegue até novembro, envolve dois caminhões adaptados: o PalcoMóvel e o CineMóvel, que são usados para apresentações teatrais, oficinais de reciclagem e exibição de filmes e documentários. As cidades de Juruti Santarém e Belém, no Pará, foram as primeiras a receber o projeto.

Para nós da All Press, responsáveis pela assessoria de imprensa e pela gestão da página do projeto no Facebook, essa tem sido uma experiência das mais gratificantes. Não só por todo o desafio que envolve o Conexão Sustentável, principalmente na questão de logística – até viagem de balsa a equipe já precisou fazer -, mas principalmente pelo tipo de conteúdo que é gerado pela equipe que acompanha o roteiro in loco e que é posteriormente divulgado no Facebook.

E o que tem de tão especial este conteúdo? Simples: tem gente. Muita gente. E se tem gente, tem emoção. E emoção, aquela positiva que gera envolvimento, identificação e afinidade e que muitas vezes é o que falta nas redes sociais. Fica muito mais fácil transmitir o que se deseja – no caso do projeto, a importância de pensarmos e praticarmos ações relacionadas à sustentabilidade -, e conquistar a atenção e o engajamento das pessoas quando se tem este “ouro puro” nas mãos, retratado especialmente nas fotos produzidas pelo produtor Gabriel Borghi.

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Por isso, estarmos envolvidos com um conteúdo tão especial como este do Conexão Sustentável nos faz ter reações como as do público que está participando das atividades do projeto: sorrimos, simplesmente isso. Abrimos um sorriso a cada nova foto ou vídeo que chega para publicarmos. E caprichamos ainda mais na edição inspirados também porque o projeto ainda ajuda a revelar um Brasil que muitos talvez desconheçam. Exemplo disso constatamos já na primeira etapa do PalcoMóvel instalado no Tribódromo da cidade de Juruti, local que mereceu até um vídeo especial com o pessoal do Circo Fool, um dos grupos do PalcoMóvel, apresentando a cultura das tribos.

Tribódromo de JurutiLuiz Yuner, integrante do Circo Fool, uma das atrações do #ConexãoSustentávelALCOA, apresenta o Tribódromo de Juruti (PA), onde o #PalcoMóvel está instalado. Ele também fala da cultura local das tribos Muirapinima e Munduruku.

Posted by Conexão Sustentável on Quarta, 12 de agosto de 2015

 

 

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2014 está chegando ao fim!

E é normal, nesta época do ano, ver as principais redes sociais fazerem uma retrospectiva, conhecida também como “Year in Review” (algo como “Ano em Análise”). Nessas retrospectivas, é feita uma lista dos principais assuntos discutidos no mundo durante os últimos 12 meses. Lembrar tudo que passou nesse tempo não é uma tarefa fácil – parece pouco, mas não é! Tivemos a Copa do Mundo, Eleições para Presidente, “Ice Bucket Challenge” e por aí vai…

O Facebook, por exemplo, é uma empresa que há anos faz isso. Geralmente no mês de dezembro eles postam um vídeo com todos os principais assuntos do ano:

O Twitter também não ficou de fora. Eles divulgaram na retrospectiva 2014 os assuntos mais comentados e os maiores influenciadores do ano. Divididos por “ Momentos” e “Perpectivas”, a plataforma relembra momentos como o Oscar e até mesmo campanhas sociais como “BringBackOurGirls:

https://2014.twitter.com/

Já o Youtube divulgou um mashup anual de memes e destaques de 2014 com uma trilha especialmente mixada pelo DJ Earwarm, o mesmo responsável pelo “Unites State os Pop”. O video também conta com a participação de apresentadores como: Jimmy Kimmel, John Oliver, Conan O’Brien e Stephen Colbert. A única crítica é a ausência de artistas brasileiros:

Muita coisa não é mesmo? Agora é esperar por 2015 – e que venha recheado de acontecimentos positivos, é claro!

Sobre a autora:

Sarah de Liz (sarah@santosocial.com.br) é Jornalista e Gerente de Projetos da “Santo Social”, empresa de Sarah - Blogcomunicação digital com sede em Florianópolis, Porto Alegre e Londres – www.santosocial.com.br

Com a expansão das redes sociais e a comunicação sendo feita basicamente por e-mail e mensagens no celular, é fundamental pensarmos com cuidado em nossa imagem virtual. Como estamos nos apresentando para o mundo na internet?

Sabemos que clientes, possíveis parceiros, empresas e colegas pesquisam sobre nós e alguns nos tem como contato por estas vias, então é preciso tomar alguns cuidados para nos preservarmos e mostrarmos uma imagem positiva:

  1. E-mails e mensagens são documentos escritos, que podem ser interpretados de diversas formas. Por isso, seja bastante direto e prefira discutir questões delicadas por telefone ou pessoalmente;
  2. Não escreva mensagens ou e-mails por impulso: uma vez enviadas, não é possível voltar atrás;
  3. Português correto e linguagem clara são fundamentais, mesmo em e-mails e mensagens rápidas;
  4. Seu perfil do Facebook é público, especialmente sua foto do profile. Opte por uma imagem adequada e neutra ou prefira um ar profissional;
  5. Se precisar compartilhar, proteja suas fotos de momentos descontraídos e deixe-as visíveis somente para família ou amigos mais próximos para evitar se expor;
  6. Evite expor também opiniões muito polêmicas e não faça xingamentos em seus profiles públicos, ou pode acabar perdendo clientes ou causando desconforto a pessoas de opiniões contrárias;
  7. Linked In e Xing são exemplos de plataformas profissionais, ou seja, deixe suas mensagens pessoais e fotos de momentos descontraídos para o Facebook, preferencialmente visíveis somente para quem você deseja que as veja;
  8. Nestas plataformas, o ideal é uma foto de perfil institucional e bem profissional;
  9. Atualize seu currículo online esporadicamente para que as pessoas tenham acesso à sua trajetória profissional (Linked In, Lattes, etc.);
  10. Seu site é seu cartão de visitas virtual e deve estar coerente com seus valores e qualidades. Mantenha-o em dia, moderno e funcional;
  11. Compartilhe seu sucesso, mas de forma natural e humilde, reconhecendo quem colaborou e dando os devidos créditos. Não se anule, mas também cuide para não parecer cheio de si.

 

Abraços e até a próxima,

Roberta Carlucci

 

Sobre a autora:

Roberta Carlucci

Atuando há mais de 6 anos como Personal Stylist e diplomada em Consultoria de Imagem pelas mais renomadas instituições de ensino, dentro e fora do Brasil, como o Istituto Marangoni, em Londres, Ilana Berenholc, em São Paulo, Fashion Institute of Technology e Carol Davidson, em Nova Iorque, Roberta Carlucci (roberta@robertacarlucci.com.br) é uma das mais reconhecidas profissionais da área no sul do país e atende clientes e empresas em todo o Brasil.

Site: http://www.robertacarlucci.com.br