O Social Good Brasil promove no sábado (6 de junho), no cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), uma sessão especial do documentário Conectados Transformamos. O filme, de 52 minutos, traz a história das iniciativas Teto Brasil, Meu Rio, Banco Comunitário Maricá, Conexão Pais e Filhos, Projeto Integrar, Fundação Laço Rosa, Quimioterapia e Beleza e Rapunzel Solidária. Em comum, todos reúnem pessoas que decidiram agir pela mudança que acreditam. Além disso, usam a tecnologia como ferramenta. As sessões ocorrem às 20h e a entrada é gratuita.
Projeto aprovado pela Lei Rouanet, o Conectados Transformamos teve apoio da IBM Brasil, Azul Linhas Aéreas, Softplan e Tractebel Energia. “Nossa intenção é apresentar casos de projetos que têm impacto importante no combate a problemas sociais e, assim, inspirar mais pessoas a participar”, diz a coordenadora do documentário, Ana Paula Santos.

As histórias retratadas no documentário mostram pessoas que tiveram apoio para construir a própria casa, enfrentar doenças ou ingressar na universidade. Também são contadas as experiências daqueles que decidiram discutir as mazelas da cidade onde vivem, estimular o microempreendedorismo ou ajudar os pais a terem relações mais saudáveis com seus filhos.

 

Pessoas ligadas a projetos inspiradores que usam a tecnologia para fazer o bem são os personagens principais do primeiro média-metragem produzido pela organização. “Conectados Transformamos” será lançado durante o Seminário Social Good Brasil, que ocorre nos dias 05 e 06 de novembro, em Florianópolis, e traz depoimentos de idealizadores de ações, voluntários, apoiadores e, principalmente, beneficiários das iniciativas. A sessão de estreia será no dia 06, às 10h30, no cinema do CIC, é gratuita e aberta ao público. Para se inscrever, basta enviar um e-mail com o assunto “Sessão de Estreia Documentário” para ana@socialgoodbrasil.org.br com nome completo e e-mail de contato.

As histórias revelam pessoas que tiveram apoio para construir a própria casa, enfrentar doenças ou ingressar na universidade. Também são contadas as experiências daqueles que decidiram discutir as mazelas da cidade onde vivem, estimular o microempreendedorismo ou ajudar os pais a terem relações mais saudáveis com seus filhos.

Com gravações realizadas nos estados de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro, o documentário conta a história dos projetos Teto Brasil, Meu Rio, Banco Comunitário Maricá, Conexão Pais e Filhos, Projeto Integrar, Fundação Laço Rosa, Quimioterapia e Beleza e Rapunzel Solidária.

O Teto Brasil, uma organização sem fins lucrativos presente na América Latina e Caribe, usa o poder das mídias sociais para mobilizar voluntários para mutirões de construção de casas de emergência, em um trabalho conjunto entre famílias e voluntários. O Meu Rio, formado por cidadãos cariocas que se mobilizam para participar de decisões sobre a cidade, usa as redes sociais como instrumento para levar as pessoas para a rua e resolver os problemas. O também fluminense Banco Comunitário Maricá surgiu tendo como um dos principais objetivos diminuir a pobreza na região por meio da tecnologia de moeda social, um cartão eletrônico que pode ser usado nos estabelecimentos comerciais parceiros.

Outro projeto bacana é o Conexão Pais e Filhos. Criado por um psicólogo de Florianópolis, é um negócio social para apoiar mães, pais, avós e cuidadores nas suas relações com as crianças, de forma a promover mais autonomia, liberdade, criatividade e cooperação. Por meio da internet, é possível alcançar um público de diferentes regiões do país, que estão conseguindo ter uma convivência mais feliz e tranquila com seus filhos. Também da Capital catarinense, o Projeto Integrar oferece 120 vagas por ano para pessoas de 16 a 30 anos, com mais de 100 aprovados nos vestibulares. Por meio do Portal Voluntários Online, o Integrar encontrou voluntários para construir um site que estende a comunicação entre professores e alunos, além de captar recursos depois de começar a utilizar o Portal Transparência, conquistando apoio financeiro.

Histórias de empoderamento do câncer também são destaque no documentário com os projetos Fundação Laço Rosa, Quimioterapia e Beleza, da blogueira Flávia Flores, e Rapunzel Solidária. A internet se mostra uma ferramenta poderosa, uma vez que ONGs, movimentos e mulheres que passaram pela doença atuam on-line inspirando, informando e ajudando pessoas que estão passando pela mesma situação.

Com 52 minutos de duração, o documentário  “Conectados Transformamos”  é um projeto aprovado pela Lei Rouanet e conta com o apoio da IBM Brasil, Azul Linhas Aéreas, Softplan e Tractebel Energia.

 

O Social Good Brasil divulgou o resultado do Concurso Cultural “Ideias que vão longe”, que buscou os melhores cases de mobilização digital do Brasil.O grande vencedor, que vai participar do Social Good Summit, evento global da rede em Nova Iorque, é Gabriel Gomes, que  inscreveu a iniciativa “Que ônibus passa aqui?”. Ele também vai apresentar o projeto no Seminário Social Good Brasil, que ocorre nos dias 05 e 06 de novembro, em Florianópolis.

Motivado pela falta de sinalização nos pontos de ônibus, Gabriel disponibilizou adesivos pela web, que podem ser impressos para resolver este problema de forma colaborativa. Estima-se que mais de 20 mil adesivos foram impressos em 30 cidades do Brasil, impactando cerca de 3 milhões de pessoas. A ação ainda continua – quem quiser sinalizar a estação de ônibus próxima da sua casa pode imprimir o adesivo e colaborar.  Além de assistir ao evento em Nova Iorque, Gabriel também terá status de “fellow”, ou seja, vai se reunir com especialistas de diversos países para ampliar para discussão sobre os principais problemas sociais globais. Ele também vai produzir materiais sobre o conteúdo do Summit, usando as redes sociais para ganhar mais alcance e espalhar a mensagem para o mundo.

Além do projeto vencedor, os participantes do Seminário em Florianópolis também vão conhecer as campanhas que ficaram em segundo e terceiro lugares – De Bike ao Trabalho, promovida por JP Amaral, que mobiliza pessoas a utilizarem bicicletas como meio de transporte, e a Campanha pela inclusão da quimio oral, de Luciana Holtz, que conseguiu mobilizar pessoas, chegar ao poder público e criar uma nova lei para incluir quimioterapia oral nos planos de saúde, beneficiando direta ou indiretamente mais de 50 milhões de brasileiros. Todos serão apresentados no painel  “Campanhas digitais e o novo voluntariado: A tecnologia fortalecendo o protagonismo social”, que será no dia 05 de novembro.

O Concurso Cultural contou com 127 inscritos. Para chegar aos vencedores, a equipe do Social Good Brasil e do Portal Voluntários Online realizou hangouts com dez finalistas e também contou com a ajuda de uma comissão julgadora formada por Rafael Ziggy, estrategista digital da agência Africa, Carla Andrea Sattler, do Instituto C&A e Gabriela Gomes Almeida, do Itaú, parceiros do programa.

Puderam se inscrever  pessoas físicas, representantes de ONG’s, movimentos ou coletivos que desenvolveram campanhas online e mobilizaram pessoas para uma causa que contribuísse para a solução de problemas sociais. As campanhas deveriam ter sido realizadas a partir de 2012, com resultados que pudessem ser avaliados e mensurados e utilizado novas mídias ou redes sociais para atingir o objetivo de mobilização social.

Pessoas ligadas a projetos inspiradores que usam a tecnologia para fazer o bem são os personagens principais do primeiro média-metragem produzido pela organização. “Histórias de quem usa a tecnologia para melhorar o Brasil” está em fase de edição, será lançado durante o Seminário Social Good Brasil, nos dias 05 e 06 de novembro, em Florianópolis, e traz depoimentos de idealizadores de ações, voluntários, apoiadores e, principalmente,beneficiários das iniciativas.

As histórias revelam pessoas que tiveram apoio para construir a própria casa, enfrentar doenças ou ingressar na universidade. Também são contadas as experiências daqueles que decidiram discutir as mazelas da cidade onde vivem, estimular o microempreendedorismo ou ajudar os pais a terem relações mais saudáveis com seus filhos.

Com gravações realizadas nos estados de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro, o documentário conta a história dos projetos Teto Brasil, Meu Rio, Banco Comunitário Maricá, Conexão Pais e Filhos, Projeto Integrar, Fundação Laço Rosa, Quimioterapia e Beleza e Rapunzel Solidária.

O Teto Brasil, uma organização sem fins lucrativos presente na América Latina e Caribe, usa o poder das mídias sociais para mobilizar voluntários para mutirões de construção de casas de emergência, em um trabalho conjunto entre famílias e voluntários. O Meu Rio, formado por cidadãos cariocas que se mobilizam para participar de decisões sobre a cidade, usa as redes sociais como instrumento para levar as pessoas para a rua e resolver os problemas. O também fluminense Banco Comunitário Maricá surgiu tendo como um dos principais objetivos diminuir a pobreza na região por meio da tecnologia de moeda social, um cartão eletrônico que pode ser usado nos estabelecimentos comerciais parceiros.

Outro projeto bacana é o Conexão Pais e Filhos. Criado por um psicólogo de Florianópolis, é um negócio social para apoiar mães, pais, avós e cuidadores nas suas relações com as crianças, de forma a promover mais autonomia, liberdade, criatividade e cooperação. Por meio da internet, é possível alcançar um público de diferentes regiões do país, que estão conseguindo ter uma convivência mais feliz e tranquila com seus filhos. Também da Capital catarinense, o Projeto Integrar oferece 120 vagas por ano para pessoas de 16 a 30 anos, com mais de 100 aprovados nos vestibulares.  O projeto construiu um site que estende a comunicação entre professores e alunos, além de captar recursos, conquistando apoio financeiro.

Histórias de empoderamento do câncer também são destaque no documentário com os projetos Fundação Laço Rosa, Quimioterapia e Beleza, da blogueira Flávia Flores, e Rapunzel Solidária. A internet se mostra uma ferramenta poderosa, uma vez que ONGs, movimentos e mulheres que passaram pela doença atuam on-line inspirando, informando e ajudando pessoas que estão passando pela mesma situação.

Com 52 minutos de duração, o documentário  “Histórias de quem usa a tecnologia para melhorar o Brasil”  é um projeto aprovado pela Lei Rouanet e conta com o apoio da IBM Brasil, Azul Linhas Aéreas, Softplan e Tractebel.

O Social Good Brasil promove de 18 a 20 de julho o primeiro encontro presencial do LAB em Florianópolis. A iniciativa, que garante apoio especializado para tirar ideias do papel ou aperfeiçoar projetos de empreendedorismo social que usem a tecnologia como ferramenta de ação, conta com 26 grupos participantes nessa primeira etapa. Em São Paulo há outros 31 grupos, que se reúnem de 25 a 27 de julho. Os projetos foram selecionados dentre 285 ideias inscritas de todo o Brasil.

Os participantes receberão um desafio de caráter eliminatório que, se cumprido, garante a vaga na segunda etapa do projeto. Dentre os selecionados, 35% já são empreendedores de áreas sociais, seguidos por colaboradores de empresas privadas (30%) e empreendedores no setor privado (30%). Cidadania, educação e engajamento social, cívico e político são as áreas de atuação mais comuns entre os projetos escolhidos para participar do Lab 2014. A maior parte deles (33%) já está estruturada no papel, porém ainda não passaram pela fase de testes. Três de cada quatro iniciativas são próprias, desenvolvidas sem apoio de empresas ou ONGs, enquanto 88% dos projetos usam tecnologias de internet, website, redes sociais e digitais.

Em novo formato,o laboratório deste ano abriu inscrições para pessoas de todo o Brasil, além de promover encontros presenciais em Florianópolis e em São Paulo, ficando a critério do participante escolher o local. Os selecionados contarão com a ajuda de mentores e especialistas e também de outros empreendedores, e aprenderão a usar metodologias inovadoras como Design Thinking, processo inovador de resolução de problemas com base nas necessidades pessoais, e Startup Enxuta, com foco em reduzir o desperdício de investimentos.

Outros dois encontros serão realizados em agosto e em outubro. No último, terá o Demoday, no qual os projetos serão expostos para um público de empreendedores sociais e aceleradoras. Os melhores serão apresentados em novembro no Seminário Social Good Brasil 2014, em Florianópolis, e 3 finalistas ganharão um capital semente. O evento será transmitido ao vivo pela internet em Português e Inglês em parceria com o movimento global +SocialGood.

 

Sobre

O Social Good Brasil é um programa que incentiva e promove o uso das tecnologias, novas mídias e do pensamento inovador para contribuir com a solução de problemas sociais. Criado em 2012, o SGB  faz parte do movimento global +SocialGood – chancelado pela UN Foundation – e possui patrocínios da Fundação Telefônica, Itaú e Instituto C&A.


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O Social Good Brasil, em parceria com o Voluntários Online e o +Social Good, movimento global de estímulo ao uso da tecnologia como ferramenta de empreendedorismo social, lança nesta quinta-feira (26) o Concurso Cultural “Ideias que vão longe”. O vencedor acompanhará o evento Social Good Summit NYC e apresentará sua história no seminário realizado anualmente pelo Social Good no Brasil. Os participantes do evento em Santa Catarina também vão conhecer a campanha que ficar em segundo lugar no concurso.

Podem se inscrever  pessoas físicas, representantes de ONG’s, movimentos ou coletivos que tenham desenvolvido campanhas online e mobilizado pessoas para uma causa que contribua para a solução de problemas sociais. As campanhas devem ter sido realizadas a partir de 2012, com resultados que possam ser avaliados e mensurados e utilizado novas mídias ou redes sociais para atingir o objetivo de mobilização social. As inscrições vão até dia 03 de agosto e o regulamento completo pode ser lido no link http://sgb.org.br/ideiasquevaolonge.

“Há grandes mobilizadores sociais digitais espalhados pelo país. Queremos identificá-los e homenagear aqueles que encontraram formas inovadoras de atrair pessoas para sua causa”, comenta Bruna Pires, coordenadora de comunicação do Social Good Brasil, que nos últimos três anos vem trabalhando para estimular a cultura do empreendedorismo social com uso de tecnologia no País.

O primeiro colocado no concurso vai ganhar passagem e diárias para participar do Social Good Summit, que ocorre entre os dias 21 a 23 de setembro, em Nova Iorque, durante a Semana das Nações Unidas, além de passagem e diárias para participar do Seminário Social Good Brasil, que será nos dias 05 e 06 de novembro em Florianópolis. O segundo lugar também ganhará passagens e diárias para o Seminário, que chega à terceira edição e já mobilizou mais de 15 mil pessoas ao vivo pela internet nos anos de 2012 e 2013.


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design thinkingEnquanto prepara a segunda edição do Lab – Laboratório de apoio a projetos de inovação social -, o Social Good Brasil produz materiais de apoio destinados a empreendedores sociais. No infográfico sobre Design Thinking, metodologia que usa necessidades reais das pessoas como base do processo de resolução de problemas, os interessados podem conhecer um pouco mais sobre a técnica utilizada nos projetos do Lab. O material está disponível no link.

Com foco em pessoas que desejam empreender na área social, em 2014 o Lab vai permitir a participação de projetos de todo o Brasil. Na edição piloto, em 2013, foram apoiados apenas projetos da Grande Florianópolis. As inscrições abrem em maio e quem quiser receber informações e datas em primeira mão pode se inscrever no site.